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SAIBA
MAIS |
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PARA
QUE SERVE O PRÓPOLIS DENTRO DA
COLMÉIA?
- Nos alvéolos:onde serão
postos os ovos pela abelha rainha, as abelhas
usam a própolis para dar mais rigidez,
e mantê-lo desinfetado;
- Em frestas: impedindo que invasores
como formigas, besouros, ácaros, possam
prejudicar a integridade da colméia,
contaminando-a;
- Na limpeza: quando um invasor
é neutralizado dentro da colméia,
e não pode ser levado para fora pelas abelhas,
para evitar que sua decomposição
contamine seu interior, o invasor morto é
coberto e embalsamado com própolis, evitando
que a sua putrefação.
Por essas razões os gregos denominaram
a substancia como:
PROPOLIS=“PRO”
+ “POLIS”
em prol da polis, isto é, para o bem da
cidade, para o bem da colméia.
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Atividade
Biológica da Própolis |
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Ação Antitumor do Artepillin-C |
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| No Brasil encontramos diversas espécies de abelhas. Podemos subdividi-las em 2 grupos maiores: as abelhas com ferrão, e as abelhas sem ferrão. |
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| - Abelhas brasileiras sem ferrão: |
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São abelhas menores que a abelha comum, do gênero Melípona e Trigona principalmente.
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| Seus ninhos são feitos em ocos de arvores, ou em galerias na terra, e são bem menores quando comparados com as espécies com ferrão. Devido à dificuldade de domesticação e à baixa produtividade, não são utilizadas comercialmente. Porém exercem a importante função de fecundar inúmeras espécies vegetais da flora brasileira. |
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- Abelhas brasileiras com ferrão:
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| - Origens: |
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As abelhas com ferrão não existiam no Brasil. Hoje, pode-se dizer que as abelhas brasileiras são o resultado do cruzamento entre as espécies européias e africanas, trazidas no passado.
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| A introdução das abelhas européias é atribuída aos jesuítas, que em 1839 trouxeram de Portugal enxames para o Rio de Janeiro. Em 1845 colonizadores alemães também as trouxeram da Alemanha, para os estados do Sul do Brasil. Em 1870 e 1880 recebemos abelhas da Itália no Estado do Rio Grande do Sul, e em 1895 mais abelhas italianas para o Estado de Pernambuco. Além destas, muitas outras foram trazidas, mas não há registros. |
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| Em 1956 pesquisadores trouxeram abelhas africanas para o Estado de São Paulo, com o intuito de aumentar a produtividade do mel. |
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| Logo estas abelhas cruzaram com as espécies européias dando origem a uma espécie híbrida que devido à sua vitalidade, atualmente é a mais comum nas Américas, entre os paralelos 35º Norte e 35º Sul do globo terrestre. A abelha africanizada, brasileira. |
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| - Características: |
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| As abelhas européias não são muito agressivas de maneira geral, e resistem melhor em climas mais frios, enquanto as brasileiras são mais agressivas e não se adaptam a climas frios, preferindo regiões de clima mais quentes. |
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| As abelhas brasileiras têm maior resistência às doenças comuns das abelhas européias. No Brasil, a grande maioria dos apicultores não precisa usar antibióticos no tratamento de suas colméias. |
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| Sua vitalidade mostra também resultados na produtividade. Seu raio de ação é maior, e a sua produção de mel, própolis e outros subprodutos é notavelmente maior. |
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| - A apicultura comercial: |
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O Brasil é hoje um dos maiores fornecedores de produtos apícolas no mundo. Dentre os produtos das abelhas brasileiras temos o mel, a própolis, a apitoxina, a geléia real, o pólen, e a cera de abelhas. Os produtos que mais se destacam são o mel e a própolis.
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| A resistência e vitalidade das abelhas brasileiras aliadas à diversidade da flora, a abundância de recursos hídricos, o clima e altitudes adequadas, criam condições ideais para a produção de produtos de extrema qualidade. |
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